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O perfil do CFO no Brasil em 2021

“Espera-se que o CFO de amanhã não apenas continue a agregar valor à medida que suas funções evoluem, mas também a desenvolver habilidades em outras áreas”


O cargo de Chief Financial Officer (CFO) tem se tornado dia após dia mais estratégico nas empresas. É uma construção que vinha ocorrendo aos poucos, mas foi acelerada pela transformação digital. Espera-se deste profissional, além de tomar decisões financeiras, a interpretação de dados e que agregue valor à companhia.


Para entender o perfil deste profissional, a Assetz e o Insper realizaram a pesquisa “O perfil do CFO no Brasil 2021”, que aponta aspectos como desafio e autonomia como os maiores motivadores para os CFOs. “O objetivo era trazer um estudo de relevância sobre a área e entender as habilidades necessárias para se alcançar uma posição como essa aqui no Brasil”, diz Felipe Brunieri, sócio fundador da Assetz.


Ao todo, 128 profissionais que lideram times financeiros como CFOs foram entrevistados. 80 questões envolvendo dados demográficos e motivadores de carreira foram respondidas. Eles fazem parte das empresas classificadas como as 500 maiores pela Revista Exame. Os ouvidos têm em média 47 anos, sendo mais de 20 de experiência em finanças. Já desempenhando a função de CFO, estão em médio há sete anos.


Segundo o estudo, a maioria dos líderes financeiros é formada em Administração, Economia e Engenharia. 90% se identificaram como sendo do sexo masculino (90%) e apenas 8% se declararam pretos. Bem como, 70% possuem pós-graduação e 64% têm um MBA. Nenhum deles realizou um doutorado ou PhD.


Em termos de futuro, a maioria dos CFOs se vê em posições de CEO ou conselheiro daqui a cinco anos. Já sobre o seu legado enxergam, por exemplo, a liderança e o aumento de resultados. Mas apenas 1/3 afirmou ter um sucessor pronto. Entre as disciplinas de finanças que serão requeridas no futuro, eles apontam planejamento estratégico, gestão de riscos e tesouraria estratégica. Além disso, 70% dos respondentes afirmaram que a adaptação à mudança está entre as habilidades comportamentais mais importantes para esse profissional do futuro.


O estudo aponta que “espera-se que o CFO de amanhã não apenas continue a agregar valor à medida que suas funções evoluem, mas também a desenvolver habilidades em outras áreas do negócio, que os capacitarão a desempenhar um papel de liderança mais ativo”. E que “cada vez mais, haverá uma expectativa de repensar as abordagens históricas, superando as pressões externas e encontrando novas oportunidades de investimento”.


A ANEFAC realizará o 3º CFO Day: Impactos e oportunidades para o CFO na nova economia no dia 28 de outubro. Em sua terceira edição, é um evento que reúne diretores financeiros para compartilharem experiências e visões de negócios. No encontro serão abordados os desafios e oportunidades do mercado, alinhados ao perfil do CFO que desempenha seu papel em um cenário de Nova Economia, com base nos dados da pesquisa “O Perfil do CFO no Brasil 2021". Faça aqui a sua inscrição:https://www.anefac.org/2021-10-28-cfo


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