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CATEGORIA FINANÇAS

Henrique Freire - CFO da EDP

“Acreditamos que, num mundo sempre mutante, os profissionais – particularmente os da área financeira – precisam revisar constantemente suas competências e habilidades. A pandemia evidenciou que, além das respostas técnicas, eles precisam ter também uma visão holística do negócio para conseguir reagir rapidamente em momentos críticos. Mas, para ter essa diversidade de soluções e inovar, uma companhia tem de levar a sério a diversidade da sociedade e tentar trazê-la para sua operação, ampliando a capacidade de criar soluções e de antecipar riscos e oportunidades. E, a melhor forma de garantir a complementaridade de visões e talentos é ter, representada na companhia, a diversidade de gênero, de raças, de orientação afetivo-sexual, de culturas, religiões, idades ou de qualquer natureza. Na EDP, por exemplo, acreditamos que a diversidade e a inclusão são imperativos éticos”

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CATEGORIA ADMINISTRAÇÃO

Alexandre Velilla - CEO do Cel.Lep“Acredito que a frase: novos tempos, novos talentos é brilhante! Não poderia traduzir melhor o que estamos enfrentando. A disrupção nos negócios, no comportamento humano de consumo e na própria relação entre as pessoas é notória e, obrigatoriamente, todas passando pelo digital. Para enfrentar e liderar com sucesso esses “novos tempos”, precisamos de “novos talentos” antenados e preparados para esse novo mundo moderno, global e digital”

CATEGORIA CONTABILIDADE

Tadeu Cendon - Board Member at IFRS Foundation

“Acho que um bom profissional, assim como um bom pai, deve dar exemplo e buscar formar a próxima geração. O nosso sucesso somente é completo se conseguirmos dar a ele sustentabilidade, um legado. Cada um de nós tem responsabilidade de ajudar no estímulo e na formação de novos talentos, para nos suceder com ainda mais sucesso, sem tolher sua capacidade de criar, fazer diferente, pois adaptabilidade é uma qualidade requerida e devemos estimulá-la”

CATEGORIA JOVEM DESTAQUE

Marina Dias - CEO and Co-founder na Gupy

“Não vejo que novos tempos, exigem novos talentos. Sim, são novos tempos, mas não necessariamente precisamos trocar por novos talentos. Todos nós precisamos nos reinventar e desenvolver novas competências e habilidades. Sabemos que a educação formal está cada vez ficando mais defasada se comparada com o que é demandado pelo mercado de trabalho e, por isso, acredito que as empresas terão um papel fundamental em oferecer suporte para que os seus talentos internos consigam aprender e se desenvolver, constantemente, para estarem preparados para esses novos tempos. Termos como upskilling e reskilling tem sido falados cada vez mais que é a requalificação dos talentos, isso eu acredito muito e, também, no potencial do ser humano de crescer e se reinventar”

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Depoimentos 2020